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Vanda Witoto
Por que não transformar o grafismo e a arte indígena em uma profissão? A trajetória do Amadeu Sateré Apurinã, de apenas 22 anos, é de arrepiar. Ele começou no Parque das Tribos e, com talento, dedicação e muita ancestralidade, conquistou o Amazonas, ganhou protagonismo no Festival de Parintins, está se tornando conhecido em todo o Brasil e, em breve, vai ganhar o mundo. A arte mobiliza, fortalece identidades, dá sentido à vida e também pode garantir dignidade financeira. Más
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